| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | ||||||
| 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 |
| 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 |
| 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 |
| 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 |
| 30 |
Falando em Bernardo Rossi, um dos nomes cotados para ser candidato a prefeito pelo PMDB, o vereador estaria sofrendo pressão para aceitar ser vice. E ele não está cedendo, segundo o colega Márcio Arruda. Para o líder do governo na Câmara, os caciques da política acham que são donos dos votos de Rossi e ele está se rebelando
Tribuna de Petrópolis
MInha curiosidade é saber como será seu desempenho em uma pesquisa com os principais prefeitáveis!!!
No dia de hoje, o jornalista negro norte-americano Wesley Cook completa 53 anos. Foi com o seu nome islâmico, Mumia Abu-Jamal, que ficou conhecido mundialmente. Ele está preso desde o dia 9 de dezembro de 1981, sob a acusação de ter matado um policial branco, na Pensilvânia, Estados Unidos.

Durante uma manifestação, o irmão de Mumia foi espancado pelo policial que acabou morto. Isso bastou para que a acusação recaísse sobre o ativista. Independente disso, os negros estavam exercendo o direito de defesa, pois seriam mortos pela violência policial. Ao longo do processo, foram detectadas diversas irregularidades. A Anistia Internacional classificou a condenação como injusta.
Ele fora condenado à pena de morte. Após uma gigantesca campanha, que teve repercussão em todos os cantos do planeta, teve sua sentença modificada para prisão perpétua, em 19 de dezembro de 2001, vivendo até hoje numa cela de seis metros quadrados.
A condenação, na verdade, teve motivações explicitamente políticas. Mumia integrou Partido dos Panteras Negras, grupo de auto-defesa formado para proteger a população negra dos guetos estadunidenses contra a violência racista e acabou se transformando num partido marxista, que lutou pelos direitos dos negros principalmente nas décadas de 1960 e 1970. Ele também tinha um programa de rádio chamado “A voz dos sem-voz”, em que defendia as idéias dos Panteras Negras, e, por isso, tornou-se muito popular.
Na prisão, ele escreveu “Ao vivo do corredor da morte”, o livro em que narra sua vida na prisão, as injustiças sofridas e tenta provar sua inocência. Ele também consegue manter uma rádio, graças à intensa campanha pela sua liberdade.
Liberdade já para Mumia Abu-jamal!
Saiba o que está acontecendo e participe da campanha. Visite:
Mumia Abu-Jamal freedom journal
Free Mumia
Prision Radio
Tem gente que adora uma lei! Isso acontece por vários motivos, tendo nos clássicos da Historiografia do Direito, a apresentação das razões mais variadas por essa paixão nacional (tsc)! O problema é que a paixão pela lei nem sempre é o que parece, ou seja, paixão pelo que é certo e pelo que é justo!
Dizem os arrogantes sabidos do positivismo que, uma determinada lei deve valer igualmente para todos. O problema é que, como disse Rui Barbosa, tratando igualmente os desiguais, aumentamos ainda mais as desigualdades! Mas que impasse hein Patuléia?!!!
Aconteceu um caso que me pareceu simbólico. Estava indo em direção ao trabalho, e um grupo de jovens do “Nação Hip-Hop” estavam fazendo um pedágio cultural no sinal da Farmácia Brasil, para conseguir fundos que financiassem um evento cultural para a juventude da cidade. Isso inclusive, uma prática comum em tempos de ortodoxia macroeconômica, prática comum entre desempregados que precisam comer e fazer com que seus filhos possam comer também. O fato é que isto incomoda a classe média (tsc)! Vai ver que por serem tão hostilizados, como afirmam as autoridades, é que continuam a fazer!
Vou me aproximando e vejo alguns guardas municipais e alguns fiscais de posturas (tsc) próximos aos meninos, dizendo que para fazerem tal pedágio precisavam de uma autorização da Secretaria de Fazenda. Eles queriam dizer que, para que uma manifestação pública de qualquer tipo, dançar, correr, pular, pedir, esmolar era necessária a autorização do poder público! Isso mesmo, podem acreditar! Era uma peça legal que os obrigava, o Código de Posturas!
Passando avistei o Secretário de Fazenda, que estava do outro lado da rua. Fui reportar minha indignação com o Sr. Patuléia. Ele me disse ser a lei válida para todos, e apontou para um cidadão que fazia malabarismo com laranjas no outro sinal e disse: Olha aquilo ali, não da né?!!! Eu disse a ele que achava que os meninos deveriam continuar a fazerem o pedágio e nunca pedirem autorização para isso, e ainda, que caso de fato houvesse uma ilegalidade que então mandasse prende-los, sendo a prisão o único caminho para a inflexão de um princípio: NENHUM DIREITO A MENOS.
Claro, sou escravo de minhas idéias e de minha consciência e não do meu salário como me pareceu afirmar, com sua arrogância, esse Secretário.
Os governos passam e o povo fica. Um dia, se fizesse apologia a sermos educados na cultura do conformismo e da abdicação de direitos, eu me sentiria traído por mim mesmo. Caso estes meninos no futuro, recebessem uma ordem e sem fazerem um julgamento crítico eles a executassem, mesmo que significasse opressão eu me sentiria culpado, isso eu não faço. Rebeldia com causa é a cultura dos direitos! E se os lutadores contra a ditadura, os grevistas do ABC e MST cumprissem a lei injusta, o que seria do Brasil?!
Pedro Cross

Grupos pró e contra o aborto discutem nas ruas
Depois de muita polêmica, manifestações nas ruas e até a intervenção direta do papa Bento 16, a Assembléia Legislativa da Cidade do México, aprovou nesta terça-feira (24) a legalização do aborto. Por 46 votos a favor, 19 contra e uma abstenção, os legisladores alteraram o Código Penal, dando às mulheres a possibilidade de escolher retirar do feto até a 12ª semana de gestação.
Grupos pró e contra o aborto discutem nas ruas Embora valha apenas para a capital mexicana, a decisão deverá influenciar políticas de saúde em todo o país e aquecer o debate em outros países da América Latina.
O México é a segundo nação da região em termos de números de católicos, atrás apenas do Brasil, e sofreu forte pressão da Igreja. O tema dividiu tanto os mexicanos que a polícia de choque foi chamada antes da votação para manter afastados os grupos pró e contra a nova legislação que se reuniam diante da sede do parlamento.
Manifestantes anti-aborto dispararam gravações com choro de bebês e desfilaram com pequenos caixões brancos. Quando a sessão começou, deputados do Partido da Revolução Democrática (PRD) exibiram pequenos cartazes com os dizeres "aborto legal para não morrer". Um dos argumentos centrais dos defensores da medida é que hoje duas mil mulheres morrem em clínicas clandestinas de aborto pelo país todos os anos.
Na América Latina, a prática do aborto é livre somente em Cuba, Guiana e Porto Rico (Estado associado aos EUA). No México, assim como em muitos outros países, o aborto é permitido em casos especiais, como estupro, fetos com defeitos ou de risco de vida da mãe.
Repercussão
"A descriminalização do aborto é um triunfo histórico, um triunfo da esquerda", disse o deputado social democrata Jorge Diaz Cuervo. "Hoje há um nova atmosfera na cidade. Uma atmosfera de liberdade." Já para a deputada Paula Soto, do conservador Partido da Ação Nacional (PAN) – sigla do presidente Felipe Calderón – a votação foi um revés para o país. "Nós fazemos grandes esforços para proteger (os ovos) das tartarugas marinhas. Sorte delas. Parece que elas contam com mais gente para defendê-las do que para defender as crianças que ainda não nasceram".
A iminência da votação da nova legislação levou o papa Bento 16 a redigir uma carta aos bispos do México manifestando oposição à proposta. Segundo ele, toda a vida deve ser defendida, desde o momento da concepção. Líderes da Igreja no país ameaçaram excomungar os legisladores que votassem à favor da proposta. "Eles serão punidos com a excomunhão. Não se trata de vingança, mas isso é o que acontece nos casos de pecados graves", disse, antes da votação, o arcebispo de Acapulco, Felipe Aguirre Franco.
Os parlamentares PAN chegaram a tentar adiar a votação para esta quarta-feira, mas a bancada de esquerda – que tem a maioria das 66 cadeiras da Câmara – impediu a manobra.
Pesquisas de opinião vinham mostrando que os mexicanos – dos quais 90% se declaram católicos – estavam divididos sobre o tema. Para entrar em vigor, a nova regra para o aborto precisa apenas da sanção do prefeito da Cidade do México.
Fonte: Valor Econômico
Depoimento do Capitão Guimarães, preso na Operação Hurricane, na Polícia Federal. Foi indagado nos prolegômenos iniciais sobre sua renda. "Trezentos e sessenta mil". "Por ano?", perguntou um dos policiais. Não, por mês. Renda mensal declarada.
Helena Chagas
www.blogdosblogs.blig.ig.com.br