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É tem gente no Governo já trocando o Paulo Mustrangi pelo Hugo Leal e outros pelo Bernardo Rossi, quiçá pelo Leandro Sampaio. Tudo no campo das especulações ainda, mas pelo que se pode perceber a idéia de Paulo Mustrangi ser o candidato da base não animou muito não.
Os que defendem a saída Hugo Leal afirmam que o perfil conservador e próximo da Igreja deste candidato pode fazer frente ao neo-socialista-anti-aborto Leandro Sampaio e que o Deputado Hugo Leal tem mais condições a oferecer... Vocês entenderam né?!
Os que defendem a saída Bernardo Rossi já vêm nas vantagens comparativas apresentadas pelo o jovem político e seus padrinhos a solução para suas angústias.
Ronaldo Medeiros, dizem fazer um meio termo, que fecharia suas equações mesmo com sua fama de não cumprir os acordos firmados.
Mustrangi não tem nada a oferecer. Nem carisma e nem dinheiro!
É mole?! Os termos são esses!

A pesquisa de opinião publicada na Tribuna de Petrópolis trouxe a tona novamente a discussão sobre a credibilidade dos institutos que as fazem. O motivo é que outros institutos que recentemente auferiram as intenções de voto para Prefeito chegaram a resultados completamente diversos.
O que tem rolado pela rua é que tanto Hugo Leal quanto Bernardo Rossi estão inflados e que Ronaldo Medeiros e Paulo Mustrangi estão abaixo do que tem de fato. A controvérsia esta instalada.

A possível briga entre o Prefeito Rubens Bomtempo e o Dep. Ronaldo Medeiros causou um frisson nos bastidores da política local. Bernardo Rossi que andava desanimado, novamente tem falado em sua candidatura a PMP, só que dessa vez as afirmação é de que acontecerá em breve uma ofensiva da parcela do PMDB estadual que o apóia no sentido de tentar colocá-lo como candidato do Prefeito. A jogada é ousada. Agora só falta "combinar com os Russos"!

A imprensa local tem noticiado que o Prefeito Rubens Bomtempo teria brigado para valer com Ronaldo Medeiros, até onde se sabe o mais provável dos candidatos a ser seu indicado nas eleições. Será?
Ontem à noite no jantar de fim de ano do Gabinete do Prefeito os dois chegaram juntos, ficaram o tempo inteiro juntos e se algo aconteceu parecia que já tinha sido superado. Pelo menos parecia. Como em ano eleitoral as águas passam depressa por baixo da tal ponte, esperemos para ver.

Um representativo ato político e um plenário entusiasmado foram testemunhas de um momento histórico para o movimento sindical brasileiro. Na noite de quarta-feira, 12 de dezembro de 2007, foi aberto o Congresso de Fundação da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), na cidade de Belo Horizonte (MG).
Wagner Gomes discursa na noite de abertura do Congresso “A CTB terá autonomia em relação aos governos, além de lutar por um projeto de desenvolvimento nacional com distribuição de renda. A central nasce forte e nela cabem todos os que estão dispostos a construir uma central aberta, plural, democrática e classista'', afirmou na abertura Wagner Gomes, presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, ex-vice-presidente nacional da CUT e cotado para encabeçar a primeira gestão da nova central.
Mensagem de Lula
Durante a primeira sessão do Congresso de Fundação foi lida uma mensagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. ''Quero reafirmar o compromisso do governo federal – e o meu próprio empenho – em prosseguir no diálogo qualificado e produtivo com a classe trabalhadora, agora também representada pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil. Estou certo de que juntos poderemos avançar muito na construção de um país cada vez mais justo de com oportunidades para todos'', afirma o texto de Lula.
Sindicalistas do mundo acompanham
Além da presença de aproximadamente 1.500 participantes de diversos estados do país, a abertura do Congresso de Fundação da CTB reuniu nomes importantes do cenário político e sindical. Entre eles, o ministro do Esporte, Orlando Silva, o presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, o presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, os deputados federais Chico Lopes (PCdoB-CE) e Paulo Ferreira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, a secretária de Ciência e Tecnologia de Niterói (RJ), Jandira Feghali, além de representantes da CGTB, UGT, MST, UNE, Contag, Conam, Unegro e UBM.
Um dos grandes destaques do congresso é a participação expressiva de entidades sindicais de diversos países, entre eles: Uruguai, Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, África do Sul, Portugal, França, Espanha, Grécia, Índia e Nigéria.